Pais e Encarregados de Educação

Ferramentas e orientações práticas para apoiar os seus filhos
a ter uma relação mais equilibrada com os ecrãs.

Quando devo preocupar-me?

Fique atento a estes sinais que podem indicar um uso excessivo ou problemático dos ecrãs pelo seu filho.

😠
Irritabilidade quando não usa ecrãs
😴
Dificuldade em dormir ou alterações no sono
🥱
Cansaço excessivo durante o dia
🚫
Isolamento social e afastamento de amigos e família

Estratégias simples para ajudar

Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença na relação do seu filho com os ecrãs.

1
⏰ Definir horários claros para o uso de ecrãs
2
🚫 Criar momentos sem ecrãs em família
3
🎮 Descobrir novos interesses e atividades offline
4
👪 Dar o exemplo (os jovens imitam os adultos)

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Recursos para descarregar

Preparamos um conjunto de recursos práticos para o ajudar a criar um ambiente familiar mais equilibrado no que respeita ao uso dos ecrãs.

🤝

Acordo Familiar Digital

Um documento para estabelecer regras claras e acordadas em conjunto com o seu filho sobre o uso dos ecrãs em casa.

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Rotinas Diárias

Um guia de rotinas diárias com balanço semanal para ajudar a criar hábitos mais saudáveis e equilibrados no uso do digital.

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Checklist de Hábitos Saudáveis

Uma lista de verificação simples para acompanhar o progresso do seu filho no desenvolvimento de hábitos digitais equilibrados.

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Perguntas frequentes

Respostas às dúvidas mais comuns sobre o uso de ecrãs por crianças e jovens.

Quantas horas de ecrã por dia são consideráveis saudáveis para um jovem?

A OMS recomenda no máximo 2 horas de ecrã recreativo por dia para crianças com mais de 5 anos. Para adolescentes, o mais importante é o equilíbrio: que o uso não prejudique o sono, a atividade física, as relações sociais ou o desempenho escolar.

O meu filho joga videojogos várias horas seguidas. Devo proibir?

Proibir raramente resulta e pode gerar conflito e resistência. A abordagem mais eficaz é negociar limites claros e consistentes, criar alternativas interessantes e envolver o seu filho na definição das regras. O diálogo aberto é sempre mais poderoso do que a proibição.

As redes sociais são prejudiciais para os jovens?

Não necessariamente. As redes sociais podem ser espaços de socialização, criatividade e aprendizagem. O problema surge quando o uso é excessivo ou substitui interações reais. A literacia digital e o acompanhamento parental são fundamentais.

Como falar com o meu filho sobre o uso dos ecrãs sem gerar conflito?

Escolha um momento calmo, fora de qualquer situação de conflito. Mostre interesse genuíno pelo que ele faz online antes de impor regras. Partilhe as suas preocupações com “eu” em vez de “tu”. Construam as regras juntos, o compromisso é maior quando há participação.

O meu filho diz que todos os amigos jogam. Como lidar com essa pressão?

Valide o sentimento do seu filho e reconheça que os jogos são também uma forma de socialização. Proponha que jogue com os amigos, mas com limites de tempo acordados. Reforce que gerir bem o tempo é uma competência, não uma desvantagem.

Que sinais indicam que o problema já precisa de apoio profissional?

Se verificar persistência de humor deprimido, isolamento social prolongado, abandono de atividades que antes dava prazer, mentiras recorrentes para aceder aos ecrãs, ou perda significativa de rendimento escolar, recomendamos a consulta de um psicólogo. O Bus & Motion disponibiliza também consultas de psicologia.

Como criar uma rotina familiar saudável com os ecrãs?

Comece por definir zonas e momentos sem ecrãs: refeições, 1h antes de dormir. Crie alternativas atrativas: jogos de tabuleiro, passeios, desporto ou culinária em família. Dê o exemplo, os jovens observam muito mais o que os adultos fazem do que o que dizem.

Existem aplicações que ajudam a gerir o tempo de ecrã?

Sim! A maioria dos smartphones tem ferramentas nativas como o Screen Time (iOS) e o Digital Wellbeing (Android). Existem também aplicações como o Family Link (Google) para controlo parental. Lembre-se que as ferramentas são um auxílio, não substituem o diálogo e a confiança.