Ferramentas e orientações práticas para apoiar os seus filhos
a ter uma relação mais equilibrada com os ecrãs.
Fique atento a estes sinais que podem indicar um uso excessivo ou problemático dos ecrãs pelo seu filho.
Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença na relação do seu filho com os ecrãs.
Quer aceder ao guia completo?
💾 Descarregue-o aqui!Preparamos um conjunto de recursos práticos para o ajudar a criar um ambiente familiar mais equilibrado no que respeita ao uso dos ecrãs.
Um documento para estabelecer regras claras e acordadas em conjunto com o seu filho sobre o uso dos ecrãs em casa.
Um guia de rotinas diárias com balanço semanal para ajudar a criar hábitos mais saudáveis e equilibrados no uso do digital.
Uma lista de verificação simples para acompanhar o progresso do seu filho no desenvolvimento de hábitos digitais equilibrados.
Respostas às dúvidas mais comuns sobre o uso de ecrãs por crianças e jovens.
A OMS recomenda no máximo 2 horas de ecrã recreativo por dia para crianças com mais de 5 anos. Para adolescentes, o mais importante é o equilíbrio: que o uso não prejudique o sono, a atividade física, as relações sociais ou o desempenho escolar.
Proibir raramente resulta e pode gerar conflito e resistência. A abordagem mais eficaz é negociar limites claros e consistentes, criar alternativas interessantes e envolver o seu filho na definição das regras. O diálogo aberto é sempre mais poderoso do que a proibição.
Não necessariamente. As redes sociais podem ser espaços de socialização, criatividade e aprendizagem. O problema surge quando o uso é excessivo ou substitui interações reais. A literacia digital e o acompanhamento parental são fundamentais.
Escolha um momento calmo, fora de qualquer situação de conflito. Mostre interesse genuíno pelo que ele faz online antes de impor regras. Partilhe as suas preocupações com “eu” em vez de “tu”. Construam as regras juntos, o compromisso é maior quando há participação.
Valide o sentimento do seu filho e reconheça que os jogos são também uma forma de socialização. Proponha que jogue com os amigos, mas com limites de tempo acordados. Reforce que gerir bem o tempo é uma competência, não uma desvantagem.
Se verificar persistência de humor deprimido, isolamento social prolongado, abandono de atividades que antes dava prazer, mentiras recorrentes para aceder aos ecrãs, ou perda significativa de rendimento escolar, recomendamos a consulta de um psicólogo. O Bus & Motion disponibiliza também consultas de psicologia.
Comece por definir zonas e momentos sem ecrãs: refeições, 1h antes de dormir. Crie alternativas atrativas: jogos de tabuleiro, passeios, desporto ou culinária em família. Dê o exemplo, os jovens observam muito mais o que os adultos fazem do que o que dizem.
Sim! A maioria dos smartphones tem ferramentas nativas como o Screen Time (iOS) e o Digital Wellbeing (Android). Existem também aplicações como o Family Link (Google) para controlo parental. Lembre-se que as ferramentas são um auxílio, não substituem o diálogo e a confiança.